Dourado, cremoso e naturalmente doce, o mingau de abóbora é o café da manhã que aquece sem pesar: arroz e abóbora cozidos até se fundirem em um creme amarelo que dispensa qualquer acompanhamento.
A proporção é uma parte de arroz para oito de água, com abóbora kabocha em cubos grandes entrando junto no início. Fogo alto até a fervura, depois fogo mínimo por quarenta minutos, mexendo de vez em quando nas últimas dez: a abóbora se desfaz e engrossa o mingau naturalmente, com sua doçura se dissolvendo no caldo. Sal apenas uma pitada no final, para realçar sem adoçar. A versão doce recebe uma colher de açúcar rock; a salgada, tiras de frango desfiado ou um ovo cozido por cima. Textura ideal: creme que envolve a colher, com pedaços mínimos de arroz ainda visíveis, sinal de que não virou papa.
Abóbora kabocha, não a de pescoço: mais seca e doce, ela se desfaz em creme em vez de pedaços fibrosos.
Perguntas frequentes
Posso usar panela de pressão?
Pode, quinze minutos após a pressão. Mas o mingau de fogo lento ganha uma cremosidade de amido liberado aos poucos que a pressão não reproduz.