Com mais de 600 anos de história imperial, o pato de Pequim é a moldura de toda celebração chinesa grandiosa.
A pele deve estalar como papel enquanto a carne continua suculenta – técnica que envolve inflar o pato, pincelar malte e assar em forno de lenha.
Na Liberdade e em alguns restaurantes paulistanos é possível provar versões dignas. O jeito certo de comer: enrole pele e carne em crepes finos com molho hoisin, cebolinha e pepino.
Perguntas Frequentes
Com o que se come o pato de Pequim?
Crepes finos, molho hoisin, cebolinha e pepino – tudo enrolado em mordidas pequenas.
Por que a pele fica crocante?
A pele é inflada e seca, pincelada com malte; durante o assado a gordura sob a pele derrete e a deixa estaladiça.